sábado, 6 de outubro de 2012

Viagem ao Centro da Terra

Autor(a): Julio Verne
Tradução e adaptação: Walcyr Carrasco
Editora: Moderna
Páginas: 295
Lançamento: 2012
ISBN: 9788516078898


   "Um enigmático pergaminho cai nas mãos do professor Lidenbrook, que pede ajuda ao sobrinho Axel para desvendá-lo. Uma a uma, as letras rúnicas são decifradas. A mensagem faz com que o professor decida partir de Hamburgo, na companhia de Axel, em uma arriscada expedição rumo a Islândia, em busca do centro da Terra. Uma viagem fantástica estava para começar, e ninguém poderia dizer de que maneira terminaria!"

  Quando o professor Lidenbrook decide partir e leva junto seu sobrinho Axel, eles vão logo para um avião e partem para a Islândia em destino ao Sneffels, que de certa forma é sua entrada para o centro da Terra. Lidenbrook e seu sobrinho passam por uma série de pensões, até que eles conseguem um guia para ajudá-los a partir rumo à aventura, o guia diz ser chamado Hans. Depois que saíram das pensões foi uma longa viagem até o topo do Sneffels (Sneffels é um vulcão que habita na Islândia), quando chegam ao topo Hans e Lidenbrook armam um "acampamento" para dormir e depois descer para o fundo do tal vulcão.

  No outro dia eles retomam a aventura, todos começão a descer o Sneffels, depois de descido o vulcão possuía alguns túneis e com certeza dois deles não daria no caminho desejado. E é quando Lidenbrook acha o nome de seu "Ídolo" Arne Saknussein (A Sua inspiração), Arne Saknussein já teria descido em busca do centro da Terra. Lidenbrook se entusiasma e decide fazer o trajeto que continha o nome de A.S. Depois de atravessarem o túnel, eles encontram um misterioso "porto" na qual tinha um rio sem fim. Axel batizou o porto com: PORTO GRAUBEN (Grauben era a amada de Axel), quando Hans preparou um jangada os 3 partiram rumo à uma nova aventura. No meio do caminho eles se deparam com peixes horrendos, um era com cara de jacaré, corpo de golfinho, e barbatanas de baleia, e o segundo era com cabeça de cobra e casco de tartaruga.

  De repente eles se deparam com uma grande tempestade, que os lança de volta ao PORTO GRAUBEN, Lidenbrook fica com muita raiva e enquanto Hans consertava a jangada, o professor decidiu andar pelo tal porto, e foi aí que ele achou um túnel com as iniciais A.S., ou seja Arne Saknussein, e corre para chamar Hans e Axel, para partirem rumo aquele túnel. Mas o túnel estava fechado com uma parede de pedras, e é quando Lidenbrook tem a ideia de explodir a parede, quando a parede é rompida eles sobem na jangada e vão por dentro do túnel, mas uma coisa inesperada acontece, eles começão a subir numa velocidade inexplicável, e quando Axel coloca a mão na água, a surpresa, a água está fervendo, e a jangada vai parando a cada 10 minutos, depois retoma a corrida, e é assim que eles voltam á seu rumo que você só saberá lendo.

  "Enquanto há vida, há esperança!" (Professor Lidenbrook - Pag. 269)

 

4 comentários:

Kéziah Raiol disse...

Fiquei com muita vontade de ler o livro :O
ótima resenha, muito boa mesmo, parabéns viu?

Gabriel Lima disse...

:) Muito Obrigado.

rafael disse...

resumo bom

Mix Gamer disse...

boa

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